...das férias. Porque daqui da vossa companhia espero não me despedir tão cedo! Perdoem a minha ausência: o primeiro motivo foi o excesso de trabalho que me deixava enjoada só de olhar para o computador quando chegava à casa e depois foi o descanso. Agora as coisas estão mais equilibradas e tudo entrará na rotina habitual. As férias foram ótimas, passadas grande parte à beira mar, que é um dos lugares que mais gosto de estar...o barulho das ondas ajuda-me a entrar num estado de meditação que descongestiona o espírito e liberta energias estagnadas, o sol alegra-me, obrigar-me a estar quieta faz-me bem e só na praia é que consigo, sem livros, sem revistas, sem computador, sem telemóvel só à conversa com a família e ouvir as gaivotas e o mar. Também fiz muitos passeios e conheci lugares novos. Tão bom! Mas tudo o que é bom acaba, até porque se não fosse assim nem valorizávamos estes dias preciosos. Não sou de ter nostalgias, acho que há tempo para tudo!
| Praia de Arrifana - Aljezur |
No domingo passado fiz uma sobremesa para o almoço que quero compartilhar convosco por vários motivos: é deliciosa, fresca, vegana, fácil e rápida, bem apropriada para os dias em que não há vontade de estar grande tempo na cozinha mas apetece algo bom.
(8 doses)
Ingredientes:
1 pacote de natas vegetais próprias para chantilly(usei da marca Alpro)
3 colheres(sopa) de açúcar
450g de polpa de manga (usei enlatada)
1 colher (sopa) rasa de agar-agar
1,5 dl de água
Preparação:
Bata as natas com o açúcar até ficarem na consistência de chantilly, entretanto leve ao lume num pequeno tacho a água juntamente com o agar-agar e deixe ferver até estar dissolvido e ficar com o aspecto de clara de ovo. Junte esta mistura à polpa de manga(trabalhe rapidamente!). Com a batedeira ligada, verta ao chantilly, em fio a polpa de manga misturada ao agar-agar. Coloque a mousse numa taça e leve ao frigorífico apenas para refrescar porque após a preparação já deve ter ficado com a consistência apropriada.
Sirva com fruta fresca de sua preferência, eu servi com phisalis colhidas no quintal de minha mãe.
Mais rápido impossível e tão depressa foi saboreada que quase não houve foto!