domingo, 28 de agosto de 2011

Brincando de casinha...

Qual foi a menina(ou menino também!)que nunca brincou de casinha? Quem nunca fez bolinhos de terra decorados com flores ou de areia decorados com conchas? Quem nunca serviu um chá feito de água em chávenas de plástico pequeninas? O fascínio pela louça em miniatura atravessa gerações e até hoje encanta as crianças apesar dos sofisticados brinquedos e jogos electrónicos que hoje existem. E alguns desses jogos até se inspiram nestas brincadeiras! Pois hoje, eu e a minha filha brincamos às casinhas, mas fizemos bolinhos de verdade em formas de brincar. A cozinheira foi ela, orientada por mim. É de pequenino que se aprende!

A receita vinha juntamente com as forminhas e ficou deliciosa!

Mini Brownie Bites (dá para 24 bolinhos mini ou 12 normais)
Ingredientes:
1/3 chávena(chá) de manteiga ou margarina(usei Becel cozinha)
2 quadrados de chocolate
2 ovos
3/4 chávena(chá)de açúcar
1 colher(café)de aroma de baunilha
3/4 chávena(chá) de farinha
1 colher(chá)de fermento
1/2 chávena(chá)de confeitos tipo pintarolas(confetes) ou outros
Preparação:
Ligar o forno 180ºC
Levar a manteiga junto com o chocolate por 20seg, potência máxima, no microondas ou levar a mistura em banho-maria. Mexer para incorporar o chocolate.Reserve.
Misturar os ovos, o açúcar, a baunilha e a manteiga com o chocolate. Misture a farinha, o fermento e 1/4 chávena dos confeitos. Coloque a massa nas forminhas(se necessário untar e enfarinhar), salpique os restantes confeitos e leve a cozer por 12 minutos.

Comparação de tamanhos: forma normal queque/forma de brincar

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Paté de legumes

Penso que o nome para esta receita não está bem escolhido mas eu não consegui pensar em outro melhor para descrever esta pasta para barrar pão, tostas, rechear wraps e além disso super fácil de fazer. Perfeita para levar para um piquenique, como foi o caso de hoje. O tempo pregou-nos uma partida com uma chuva manhosa na hora do almoço e tivemos de fazer o piquenique dentro do carro, mas para a pequenita foi diversão na mesma! A chuva durou pouco e à tarde já estávamos na praia com um sol maravilhoso. Viva o Verão!
Ria de Aveiro, Murtosa, à hora do almoço  
Praia da Torreira, Murtosa às 18:00hs
Ingredientes(para cerca de 3/4 de chávena de chá)
1/2 cenoura crua descascada
1 tira de pimento vermelho 
1/4 de maçã
3 azeitonas pretas sem caroço
1/2 cebola pequena
1 pedaço de tofú, com cerca de 2 cm de grossura 
Maionese vegetal (uso da Diese)
1 raminho de salsa
Temperos a gosto(temperei com molho de soja e pimenta preta)
Preparação:
Colocar o tofú numa taça com um pouquinho de água e levar ao microondas por 30seg, potência máxima, ou escaldar por 2 minutos em água a ferver. Escorrer bem e cortar em pedacinhos. Reservar.
Cortar a cenoura, o pimento, a maçã, as azeitonas e a salsa em pedacinhos. Acrescentar o tofú frio e misturar bem. Temperar e ligar com maionese. guardar no frigorífico. Consumir depois de pelo menos meia hora.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Salada de lentilhas com tofú

Finalmente experimentei o tofú! Já tinha comprado a embalagem há algum tempo, mas ainda não tinha me atrevido a experimentar. Hoje decidi-me por mistura-lo à esta salada de lentilhas. Acho que foi a melhor salada que comi até hoje! E hoje também foi uma terça feira sem carne. E por coincidência, ou não, é a minha 100º publicação aqui no blog e já são 149 pessoas que seguem o que por aqui se fala e muitas se transformaram em amigas. Muitas coisas boas ao mesmo tempo! Beijos de coração a todos!

Ingredientes - para 2 pessoas e sobrar para o outro dia :)
1 1/2 chávena de lentilhas verdes cozidas
100 grs de tofú
1 cebola pequena
1 dente de alho
1 raminho de salsa 
1 cenoura pequena
1/2 pimento vermelho
sal, azeite, vinagre de arroz(ou outro a gosto), molho de soja, pimenta preta
Preparação:
Colocar o tofú numa taça com um pouquinho do líquido da embalagem e levar ao microondas por 30 seg, ou em alternativa demolha-lo por 3 minutos em água a ferver. Deixe arrefecer. Coloque as lentilhas numa saladeira, acrescente a cebola, o alho e a salsa cortados aos pedacinhos, a cenoura em fios e o pimento em cubinhos. Corte o tofú em pedacinhos ou esfarele-o e junte-o à salada. Tempere com os temperos que indiquei ou acrescente outros de sua preferência e misture bem. Cuidado ao acrescentar o sal. Aconselho a temperar primeiro com o molho de soja(com parcimónia) e só depois provar e rectificar o sal. 
Esta salada fica melhor se tiver um tempo de espera de pelo menos meia hora para que o tofú absorva os temperos.

Servi com tomate e salada de alface e pêra e regalei-me.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

#3 Segunda sem carne

Hoje o dia foi passado em arrumações. Apesar de estar em férias, reservo sempre algum tempo para colocar em ordem algumas coisas que durante o ano deixo de lado devido ao lufa-lufa do trabalho/escola/actividades. É incrível a quantidade de objectos que acumulo!
Todas as vezes que estou a organizar coisas, penso: Nunca mais compro revistas, ou tantas malas, tantos colares...À medida que fico mais madura, tenho deixado cada vez mais de comprar por impulso, mas ainda não alcancei o ideal que pretendo, no entanto, como ainda me considero um ser em evolução, acho que ainda chego lá! 

E dirão vocês: Mas o que isso tem a ver com a Segunda Feira sem Carne? Tudo!!!Será que a maior parte das vezes não comemos determinado alimento apenas por impulso, levados  pela opinião da maioria das pessoas que nos impingem determinados comportamentos? Será assim tão difícil quebrar normas e conceitos enraizados? 

Poderá parecer que sim, mas apenas porque temos de "pensar" naquilo que comemos, nas consequências que esse acto poderá trazer para o nosso meio ambiente, o bem estar dos animais e nossa saúde. 
E afinal somos o quê? Seres pensantes, que temos opções e poder de escolha e não bonecos de corda, como às vezes nos querem fazer crer que somos... e somente por isso, porque não começar por hoje, a mudar de atitude, não consumindo carne num dos dias da semana. É apenas um passo, mas uma caminhada começa sempre com o 1º passo! 

E também porque não reflectir naquilo que compramos, será mesmo necessário ter mais uma mala, mais um telemóvel, mais uma coisa que não sendo indispensável, é algo que nos escraviza, que ocupa espaço físico e mental, que se transformará em lixo um dia ou que ficará acumulado em algum lugar estagnando a nossa energia. 

Escrevo estas palavras, não só para vocês, que tiveram a amável paciência de chegar até aqui, mas também e principalmente para mim, como se ao escreve-las possa o meu subconsciente grava-las definitivamente para mudar o meu padrão mental. 

O meu dia começou com o pequeno almoço: uma chávena de café e uma fatia de bolo de frutas, cuja receita publiquei no início do dia de ontem aqui.
O almoço foi sopa e fruta, para poupar tempo e porque com as arrumações, fiquei sem paciência para cozinhar.
Para o jantar fiz uma massa com legumes, com cara de comida caseira, bem confortável. Fiz o prato um bocado a olho, mas vou tentar escrever a receita, sem quantidades:
Refoguei lentamente:
Cebola e alho picados com azeite. 
Acrescentei cenoura em cubinhos, feijão verde em pedacinhos, molho de tomate caseiro(se não tiver, use tomate sem pele).
deixei apurar e juntei feijão catarino cozido e salsicha de soja às rodelas. Cozi a massa a parte e quando estava quase no ponto, juntei ao molho para acabar de cozer e absorver os aromas. Ao servir polvilhei com o parmesão vegan, que já publiquei aqui.

A foto não está grande coisa, mas o sabor garanto-vos que estava óptimo!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O que é a Espiritualidade para mim

Para comemorar o 2º aniversário do blog Espiritual-idade, participo hoje na festa virtual para a qual Rosélia gentilmente me convidou, com o tema O que é a Espiritualidade para mim.
Difícil de definir, no entanto fácil de sentir, penso que a espiritualidade existe em todos nós, pelo menos para aqueles que crêem que existe algo que nos move além da matéria. 

Perde-se no tempo quando aprendi e absorvi em meu ser a ideia da existência de Deus. Será que já nasci com ela? 

Depois do meu Nascimento, em São Paulo, Brasil, meus pais, cristãos católicos, baptizaram-me com 2 meses de idade, na Igreja de Santo António, disso, como é óbvio, não me recordo, mas tenho um álbum de fotografias e o vestidinho cor de rosa que usei nessa ocasião.  

Na minha Infância, fui estudar para um colégio católico, o Colégio Nossa Senhora do Sagrado Coração. Desse tempo recordo-me bem. Junto com a aprendizagem das primeiras letras e números, havia as aulas de ensino religioso. A imagem que mais me marcou nessa fase foi a de Irmã Geralda, numa das primeiras aulas, em que à medida que nos narrava a criação do mundo, descrita no primeiro capítulo da Bíblia, o Génesis, ia desenhando no quadro a sua evolução, com giz colorido, e nós assistíamos maravilhados, encantados com sua bela voz de negra e o desenho lindíssimo que ia nascendo de suas mãos e que ocupava o quadro todo. Essa foi a primeira ideia que me lembro da existência de Deus e foi muito positiva.
Cantávamos muito, acompanhados de violão que algumas freiras tocavam e as nossas orações, hoje sei disso, eram muitas vezes meditações feitas com olhos fechados e com música muito doce, como a conversar com Deus dentro de nós. Lembro-me também que o Colégio promovia várias acções beneficentes de solidariedade social em que todos participavam e envolviam toda a família.
Na 4ª classe meus pais resolveram passar uma longa temporada cá em Portugal (8 meses) e fiz cá a minha Comunhão, foi algo que também me marcou e pude perceber várias diferenças que haviam no ensino religioso, tive um choque quando apercebi-me que não sabia de cor várias orações, como o ato de contrição, mas a febre da novidade fez-me ultrapassar isso tudo. Lembro-me desse dia, de vestido branco e em que fui ler ao lado do padre gigante (ele mede 1,90m!) e da festa, em que fui a personagem principal e sentei-me na cabeceira de uma mesa muito comprida.

Ao entrar na Adolescência, Deus entrou-me na minha natureza inquieta, ao ingressar para o grupo Renovação Carismática Católica, através dos dons do Espírito Santo, em experiências que chegavam a ser transcendentes e muito intensas. Lembro-me desses tempos em que todos parecíamos cheios da graça, vivíamos a cantar músicas religiosas e até aqueles mais rebeldes ficavam envolvidos. Em alguns momentos lembro-me das expressões serenas das freiras, e só depois compreendi...que esta euforia não duraria muito, as hormonas também eram um pouco culpadas disso. Mas esses tempos foram importantes para aprender a olhar para dentro de mim, a meditar, aprender que Deus existe pela beleza do mundo e de suas obras, deixei para trás o materialismo necessário da infância e ingressei no Mundo começando pela porta do meu ser. 

Na minha Juventude, houve a mudança para Portugal, e foi também marcada pelo meu abandono da religião. Mas não de Deus. Nunca deixei de falar com Ele, em meu coração, como havia aprendido, mas os rituais da Igreja já não faziam mais sentido para mim. A espiritualidade tomou outro sentido, foi nessa fase que comecei a ler sobre diversas culturas e religiões, mas os estudos tomavam-me muito tempo e nesse campo foi quase que um adormecimento, um coma, em que Deus era como um amigo, que estava presente no meu dia a dia, nos meus momentos de solidão, aflição e também de alegria, mas de uma forma mais íntima e solitária.

Com a Maturidade, fase em que me encontro, a universalidade de Deus, é para mim quase uma certeza. Penso que Deus existe, acima de qualquer religião. Não penso que para acreditarmos Nele, é necessário pertencer a um grupo, mas também acho que se a pessoa se sentir bem, é uma escolha pessoal, que eu respeito. A única coisa que a mim causa-me impressão é quando a religião motiva a desunião das pessoas, e infelizmente, nesse campo tenho uma experiência familiar. É incompreensível para mim, quando em nome da religião, as pessoas deixem de conviver umas com as outras, por causa de "regras" religiosas. Eu, que fui ensinada, desde pequena que se Deus criou todos nós com o dom da palavra e da audição é para vivermos em comunidade, em pleno convívio uns com os outros e se deu-nos inteligência é para sermos tolerantes e entendermos que o credo depende muitas vezes do lugar do globo onde nascemos, até da geografia e do clima! Mas Deus, é universal e existe em toda a parte, não importando o aspecto que tem para cada um!
O respeito pelos nossos semelhantes, pelo nosso Planeta, a atitude individual, mas proactiva e bondosa em relação a todos os seres é para mim a Espiritualidade, e Deus continua a representar para mim o Grande Criador e aquele mundo maravilhoso, desenhado pela Irmã Geralda é o que considero que todos devemos ter e preservar.
A minha filha está na fase da Infância, e depois de muito reflectirmos, eu e meu marido decidimos matricula-la na Catequese, na Igreja Católica, para que seja ela também a ingressar na busca individual de Deus, sem a nossa influência com as experiências pessoais de já termos trilhado esse caminho. 

Espero, na Melhor Idade, continuar neste caminho e serenar ainda mais o meu espírito, mas não estagnar na aprendizagem do conhecimento, tendo Deus como uma certeza e não como uma obrigação mecânica de rituais, em que se perde a essência da Sua existência. Espero poder fazer parte do mundo e no mais pequeno dos gestos contribuir para que melhore mais, por todos nós, para ser cada vez mais belo e em que todos possam desfrutá-lo nas mesmas condições. Que todos tenham pelo menos o básico, para que possam aprender, meditar e encontrar Deus, é este o meu sonho.

E quando a Morte chegar, que seja apenas uma passagem para outro lugar, ou uma pausa para cá voltarmos outra vez, não sei... e acho que ninguém sabe, mas tenho a sensação que nada é definitivo, que o que nos anima é tão sublime, que não deve ser efémero, que vamos todos caminhando para mais perto da Perfeição, junto de Deus.

E foi com a história da minha vida, neste prisma, que descrevi o que representa para mim, a Espiritualidade.

Neste contexto, a receita do bolo que trago hoje, leva apenas ingredientes vegetais. Por nosso Planeta que Deus tão bem nos presenteou e pela inteligência que nos deu, para procurar formas menos agressivas de tratar nossos semelhantes, sejam eles irracionais ou racionais, este pequeno gesto é isto que simboliza, uma forma de se alimentar sem que disso seja necessário martizar algum ser, pelo menos hoje! E também porque para comemorar um aniversário gosto de um bolo, e deste ritual eu não abro mão!

Parabéns Rosélia! Pelo blog, pelos ensinamentos que nos trazes, pela vida missionária que tens em prol dos semelhantes, fazendo com que Deus entre nos seus corações e o Mundo seja um lugar cada vez melhor!

Bolo de frutas
Ingredientes:
2 chávenas(chá) de farinha de trigo
1 chávena(chá) de açúcar amarelo(mascavo claro)
1 colher(sopa) de fermento em pó
1/2 chávena(chá) de óleo de amendoim (ou outro de sua preferência)
1/2 chávena(chá) de sumo de maçã sem açúcar(ou outro de sua preferência)
2 colheres(sopa) de sementes de linhaça moídas(opcional)
1 pitada de canela
1 pitada de erva doce em pó
2 chávenas(chá) de maçã cortada em pedaços
1 banana cortada em pedaços
1 fatia pequena de melão cortada em pedaços
Preparação:
Triture as frutas juntamente com o óleo e o sumo de maçã no liquidificador ou usando a varinha mágica, até que se forme uma mistura lisa e homogénea. Junte o açúcar e as sementes de linhaça moídas e bata até misturar. Junte a farinha de trigo, misturando sem bater e por último o fermento, misturando levemente. Transfira a mistura para uma forma untada e coza no forno pré aquecido a 180ºC por cerca de 50 minutos. Verifique com um palito. Desenforme morno e se quiser polvilhe açúcar em pó.
O bolo tem uma textura húmida, é pouco doce mas sente-se o sabor da fruta em cada dentada, a banana domina o sabor, mas aos poucos sente-se o sabor das outras frutas.
Pode-se usar a fruta que quiser, outras combinações e até aos pedaços, o importante é manter mais ou menos a mesma quantidade e acrescentar mais sumo se necessário, para conseguir a consistência da massa.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Salada de batatas e beldroegas

Já fiz esta salada há algum tempo, mas o sabor não me saiu da memória. Gosto muito de beldroegas, e sempre que a vejo nos campos, trago uns raminhos para colocar na sopa, mas quando vi esta receita no blog Cinco Quartos de Laranja, experimentei-a num ápice. A maciez da batata com o crocante da beldroega foi uma mistura deliciosa, que repetirei com toda a certeza. Como não tinha alcaparras, utilizei azeitonas pretas.

Ingredientes:
400g de batatas
1 molhinho de beldroegas
1 cebola picada
1 colher de sopa de azeitonas pretas descaroçadas
Para o molho:
1 colher de sopa de vinagre de arroz (ou outro a gosto)
4 colheres de sopa de azeite
sal e pimenta preta q.b

Preparação: 
Cozer as batatas cortadas ao meio. Depois de cozidas, deixar arrefecer.
Arranjar as beldroegas, retirando as folhas e pequenos raminhos. Lavar bem e escorrer.
Numa taça colocar as batatas cozidas e cortadas em cubos, a cebola picada, as azeitonas e as beldroegas.
Para o molho, misturar todos os ingredientes numa taça e mexer com uma vara de arames.
Regar a salada com o molho, mexer e servir.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

#2 Segunda sem carne

 
A segunda feira de ontem foi óptima, duplamente folga: feriado e férias. E foi um reviver do passado, a continuação da publicação da BCFV, ao degustar o arroz que a minha avó fazia aos domingos para os almoços de família, numa versão vegan. Substituindo os componentes de origem animal, por vegetais. Ficou delicioso, saudável, colorido e além de tudo, pudemos saborea-lo sem culpas, sabendo que nenhum animal sofreu com esta escolha. 
O dia iniciou-se com um pequeno almoço bem fresco e agradável, apropriado para o Verão.

PEQUENO ALMOÇO
Muesli de fruta
Ingredientes(para 1 pessoa)
1/4 de chávena(chá) de flocos de aveia
Sumo de maçã(sem adição de açúcar) q.b.
1/2 maçã ralada
um punhado de amêndoas laminadas e torradas
1 iogurte de soja de sabor à escolha, usei natural
um punhado de mirtilos ou outra fruta fresca à escolha
1 colher(sobremesa) de compota de sua preferência- eu usei de ameixa(se o iogurte tiver sabor e açúcar, não utilizar)
Preparação:
Na noite anterior, coloque a aveia numa taça e cubra com o sumo de maçã, deixe no frigorífico. De manhã, acrescente a essa mistura a maçã ralada e as amêndoas. Cubra com o iogurte, a compota(se utilizar) e a fruta fresca.

ALMOÇO
Arroz da avó Luísa (versão vegan)
Ingredientes(para 4 pessoas, como prato único)
2 chávenas(chá) de arroz
5 chávenas(chá) de água a ferver
1/2 chávena(chá) de azeite(eu usei um pouco menos)
1 colher(sopa) de manteiga ( não usei, e não fez falta!)
1/2 chávena(chá) de queijo ralado(parmesão ou outro queijo duro), substituí por parmesão vegan(receita daqui) misturando: 2 colheres(sopa)de amêndoa moída, 1 colher(sopa) de levedura de cerveja, 2 colheres(sopa) de pão ralado, 1/4 colher de sopa de alho em pó e 1 pitada de sal.
2 ovos (crus), substituí cada ovo por: 1 colher(sopa) de sementes de linhaça moídas batidas com 1/2 chávena de água quente, até formar uma mistura tipo clara de ovo.
200 grs de fiambre picado, substitui por 2 salsichas de soja
1 lata de ervilhas em conserva, ou 1 chávena(chá)de ervilhas congeladas ou frescas(usei feijão verde - vagem picado, azeitonas sem caroço, tomates picados, pimento vermelho picado e cenoura aos cubinhos
salsa, 1 pitada de pimenta preta, 1 pitada de noz moscada e sal a gosto
Preparação:
Junte todos os ingredientes num pirex misturando-os com uma colher de pau e leve ao forno para cozer por aproximadamente 1 hora.
Atenção ao tamanho do pirex, deve-se deixar uma certa folga pois o arroz irá "crescer".
Acompanhei com uma salada verde.

Sobremesa: Pêssego
JANTAR:  
A sobra do arroz, acompanhada de salada de tomate e sopa de legumes.

Sobremesa: meloa