domingo, 7 de agosto de 2011

Vamos melhorar Portugal...com lixo

No início do mês passado a agência Moody's cortou o rating de Portugal para um nível considerado"lixo", sublinhando o risco de o país precisar de um segundo empréstimo externo e de não conseguir cumprir as metas orçamentais de acordo com a troika.

Após estas notícias o desanimo tomou conta de nós, a auto estima nacional ficou de rastos, mas a irreverência criativa que nos caracteriza, gerou movimentos de portugueses que literalmente enviaram lixo pelo correio à Moody's numa forma de protesto.

Pois eu acho que fizeram...mal! Afinal o lixo pode ser a nossa salvação. Brincadeiras à parte, porque afinal o assunto é sério, abaixo descrevo um texto baseado nesta reportagem da SIC, o mercado do lixo, que podem ver na íntegra aqui.

Até 1996, Portugal não tratava o lixo, que era descarregado directamente em aterros. Em certas lixeiras o fogo era provocado, gerando fumos e cheiros nauseabundos, além da contaminação de solos e outros problemas associados. Com a entrada de Portugal na União Económica Europeia e a exigência de padrões de tratamento do lixo, iniciou-se a separação do lixo, para posterior reciclagem.
Passados 15 anos o panorama mudou, a separação do lixo contribuiu para a criação de empresas de valorização e tratamento de resíduos sólidos que geraram vários postos de trabalho, além da melhoria do ambiente, pois o volume de lixo que actualmente vai parar aos aterros é bem menor e a tendência ainda é para diminuir mais. Só para citar um exemplo, na Valorsul, que valoriza e trata os resíduos da Região da Grande Lisboa e Oeste é realizada a triagem de materiais recicláveis, para serem encaminhados para a indústria da reciclagem, a valorização orgânica, transformando restos de comida em composto orgânico para utilização na agricultura e jardinagem sendo também possível neste processo a captação de biogás para produção de energia. Os resíduos colocados no lixo comum são queimados para a produção de energia eléctrica: 2000 toneladas de lixo diários que transformados em energia poderão abastecer uma cidade de 150.000 habitantes. As escórias resultantes da queima são ainda aproveitadas para inertes na pavimentação de estradas e o material ferroso para a construção de automóveis. Os resíduos não possíveis de serem aproveitados vão para aterros controlados e estanques.
Apesar do panorama ter mudado ainda estamos longe de conseguir obter todo o produto reciclado que a indústria nacional necessita. A Evertis, empresa pioneira na Europa que produz filme plástico para embalagem de alimentos utiliza 40% de plástico reciclado, sendo 60% adquirido no mercado nacional e o resto é importado, assim como a BA Vidros, que tem de importar também vidro reciclado para completar a sua produção.

Por outro lado a produção de lixo comum também é preocupante. Os dados apontam para uma produção de 1,5kg de lixo produzido por dia por cidadão e a conclusão é de que 40% da alimentação que produzimos vai para o lixo. Um exemplo de iniciativa que deveria ser seguido é o Projecto Dose Certa, uma parceria de 3 restaurantes com a Lipor, em que foi estudado durante um período de tempo os restos produzidos nos restaurantes e chegou-se à conclusão de que 60% eram hidratos de carbono(arroz e batatas). Após essa pesquisa foi possível aferir uma dose certa para evitar a produção excessiva de restos e todas as partes ganham: o consumidor paga menos, o comerciante não tem desperdícios e o ambiente agradece a menor quantidade de lixo.

Reduzir importações, aumentar exportações, reduzir o consumo de energia e de recursos naturais, eis como separar o lixo aumenta a saúde económica do  nosso país.

Por isso, se ainda não faz separação do lixo, e é patriota, é mais um motivo para começar.
Existem 37 mil ecopontos espalhados pelo país, o dobro do número de caixas Multibanco, por isso não há desculpas para separar o lixo e contribuir.
E se ainda é daqueles que pensa que é inútil fazer a separação do lixo porque é todo junto na recolha, saiba que isto é um mito urbano, pois os camiões tem separadores para cada tipo de ecoponto.
Por outro lado pense na quantidade de comida que confecciona ou que consome no restaurante, hoje em dia a frase "mais vale sobrar do que faltar" deve ser considerada fora de moda, temos de ajustar as nossas necessidades e comprar e confeccionar apenas o que necessitamos. Poupamos dinheiro, tempo e o ambiente.

A receita de hoje, também foi elaborada a pensar na redução do lixo e na reutilização de frascos de vidro. É possível comprar uma melancia com alguns quilos e deitar fora apenas algumas gramas de casca verde, claro que se tiver um jardim ou horta pode ainda aproveitar as cascas para fazer composto e então a produção de lixo é nula!

Compota de cascas de melancia

- Casca de melancia (só a parte branca)
- Metade do peso da casca, em açúcar
- Pau de canela e cravinhos da índia, a gosto

Comece por ralar a casca de melancia na parte mais grossa do raspador da cenoura e deite-a num tacho. Junte-lhe o açúcar, a canela e os cravinhos e misture muito bem.
De seguida leve ao lume e, quando ferver, mexa de vez em quando até ganhar o ponto de estrada.
Retire do lume, deixe arrefecer, verta em frascos(reutilizados)esterilizados, tape e guarde.


E com esta deliciosa compota termino a minha participação na Teia Ambiental de hoje.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bolo de Espinafres (Ispanaklı Kek)

Este bolo eu fiz para homenagear os seguidores da Turquia que me acompanham e também para homenagear as minhas pupilas e papilas gustativas, porque é uma delícia e lindo de morrer! Um bolo verdinho natural, que não sabe a espinafres e que cozi, mais uma vez na máquina de pão, para evitar de "enfernar" a minha cozinha. 
A minha filhota adorou esta nova maneira de comer vegetais!

Eu vi pela primeira vez este bolo aqui no blog da Rute e já me apaixonei por ele na altura e depois de ver esta receita aqui Na Biroskinha da Rachel, rendi-me por completo! Do blog da Rachel ainda fui parar à Cozinha Turca, que é a dona da receita do bolinho verde de hoje, e se eu já gostava destas paragens, agora com a descoberta deste blog escrito em português foi ouro sobre azul!
Simplesmente incrível estas voltas e trocas da blogosfera que torna tudo tão próximo. Esta partilha de conhecimentos é o melhor que há por aqui! Poder viajar, por metade do Globo sem sair do lugar ainda me espanta e encanta!
E ainda não acabou...Neste fim de semana uma amiga minha fez este bolo para comemorar os anos de sua sobrinha, que não pode se alimentar com glutén. A receita foi realizada com farinha especial sem glutén e coberto de chocolate negro. Segundo ela, resultou tão bem que nem conseguiu prova-lo, foi devorado num instante! E lá estavam um casal de alemães que levaram a receita! Expansão de conhecimentos pura!

Obrigada a todas!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Estufado de grão de bico, abóbora e beldroegas

Hoje trabalhei demais e precisava de algo substancial e confortável, mas que não fosse demasiado complicado. O estufado de legumes é um cozinhado simples, mas é dos pratos que mais gosto de fazer. Os legumes e as verduras são uma dádiva que a Natureza nos oferece. As combinações, o jogo de sabores e as cores são infinitos. Gosto de experimentar espécies novas e até exóticas. A maior parte das vezes não sigo uma receita em especial, aproveito os legumes da época e o que tenho à mão, normalmente são pratos únicos e sem direito à repetições, simplesmente porque são uma inspiração do momento, que acaba no prato. Muitas vezes é um ingrediente invulgar que dita as regras e a brincadeira começa por aí. Noutras vezes a mistura pode não calhar bem, ou pode ser até comum demais, mas às vezes sai algo especial, como a combinação de hoje. E antes que o tempo desvaneça a memória, quis compartilha-la convosco e regista-la para um dia poder repetir. 

Usei beldroegas, que é uma erva espontânea cá nos campos e que fica óptima em sopas e neste estufado ficou também deliciosa. Quem não encontrar, penso que ficará bem servido com acelga, espinafre e até uma couve galega, porque não? Use a imaginação!

Coloquei num tacho e levei ao lume:
1 cebola pequena picada
2 dentes de alho picados
1/2 pimento(pimentão) vermelho picado aos pedacinhos
1 folha de louro
Azeite extra virgem q.b. 
Deixei que a cebola murchasse e dourasse levemente.
Acrescentei:
1 chávena(chá) de grão de bico cozido
1 fatia de abóbora okaido(com a casca) cortada aos cubos
2 colheres de sopa de molho de tomate(usei caseiro)
A mistura apurou um pouco e temperei com: 
1 cravo da índia, 1 pitada de cada: cominhos, noz moscada, caril, pimenta preta e sal e um pouquinho de água.
Cozeu mais um instante para ganhar sabor e juntei os raminhos de beldroegas, 2 minutos e desliguei o lume.
Polvilhei com salsa picada e sultanas.
Acompanhei com salada de alface, gosto destes contrastes, mas arroz branco é um acompanhamento mais clássico.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Lasanha vegetariana de beringela

Mais uma receita com beringela e soja, desta vez no formato de lasanha. Foi este o nosso jantar de sábado. Estava deliciosa!

A inspiração veio desta lasanha do blog Acre e Doce e apesar de ter ficado uma versão  diferente o conceito é o mesmo. Vale a pena passar para ver a  receita da Ilídia e aproveitar para conhecer o seu doce blog, nada, nada acre.

Deixo-vos a minha versão.

Ingredientes (2 pessoas):
1 beringela grande
1 chavena(chá) de soja granulada fina
1 cebola pequena
3 dentes de alho
1/2 pimento verde
1 lata de cogumelos pequena
fatias de queijo mozzarella curado q.b.
molho de tomate (eu usei caseiro)
azeite, sal, pimenta preta, noz moscada, louro, salsa, caril e orégãos
Preparação:
Lave as beringelas e corte-as em fatias de 1/2 centímetro. Polvilhe-as com sal e deixe-as repousar num escorredor por cerca de 1 hora.  Unte uma frigideira anti aderente com azeite(eu usei óleo em spray) e grelhe as fatias de beringela, secando-as primeiramente com papel de cozinha. Reserve.
Cubra a soja com água morna, acrescente 1 dente de alho e 1 folha de louro e deixe hidratar.
Pique a cebola e o restante alho para um tacho, acrescente azeite e leve ao lume até a cebola ficar levemente dourada. Junte o pimento cortado em cubinhos, os cogumelos em pedaços e a folha de louro. Deixe cozinhar um pouco. Acrescente a soja espremida. Deixe apurar. Acrescente o molho de tomate. Tempere a gosto(usei pimenta preta, sal, noz moscada e 1 pitada de caril). Deixe apurar e cozinhar e se necessário junte um pouquinho de água quente. Junte a salsa picada. Reserve.
Para montar a lasanha: use um pirex untado e coloque camadas alternadas de fatias de beringela e molho. A última camada será de beringelas. Coloque por cima fatias de queijo mozzarela, polvilhe com orégãos e leve ao forno(ou microondas) para derreter o queijo. Sirva quente. Eu acompanhei com salada.

domingo, 17 de julho de 2011

Cheesecake de mirtilos


Depois de ver tantas sobremesas deliciosas e lindas nos blogs que acompanho, neste fim-de-semana resolvi tentar a minha sorte e fazer uma sobremesa que fosse um regalo para os olhos e o paladar. O resultado, um clássico, delicioso, guloso e mais ou menos apresentável: o meu cheesecake de mirtilos
Nunca tinha feito esta sobremesa, e depois de algumas pesquisas acabei por optar por esta receita que retirei do Forum Bimby. À primeira vista fiquei assustada com a quantidade de queijo-creme empregada, mas dado que utilizei queijo fromage blanc(queijo de origem francesa, de textura cremosa, sem adição de natas e de baixo teor calórico) acho que o resultado ficou mais leve do que algumas versões desta receita que utilizam natas e leite condensado. Penso que poderá obter igual resultado se utilizar queijo ricota, queijo fresco ou requeijão. Na cobertura utilizei mirtilos, mas com qualquer fruta (cereja, morangos, manga e até goiabada derretida) deve ficar igualmente delicioso. Para primeira tentativa, acho que não correu muito mal, a avaliar pela reacção das cobaias cá de casa.
Ingredientes para a base:
1 pacote de bolachas Maria (ou bolachas maizena, no Brasil)
20 gr manteiga (usei 2 colheres (sopa) de Becel Cozinha)

Ingredientes para o recheio:
1 Kg queijo-creme (usei fromage blanc)
200 gr açucar
3 colheres (sopa) farinha
2 iogurtes naturais, sem açúcar
3 ovos
1 colher (sopa) raspa de limão

Ingredientes para a cobertura:
1 chávena(chá) de mirtilos
½ chávena(chá) de açúcar
1 colher(chá) de agar-agar ou 1 folha de gelatina
Mirtilos para decorar

Preparação:
Base:
Triturar as bolachas na picadora até que se transformem numa farinha não muito fina. Eu coloquei as bolachas num recipiente esmaguei-as com um pilão e resultou igualmente. Misture com a manteiga derretida ou com a margarina em temperatura ambiente. Calque esta massa no fundo de uma tarteira de fundo removível. Unte as laterais da forma. Reserve no frigorífico.

Recheio:
Bater o queijo com o açúcar, acrescentar os ovos um a um, a farinha, os iogurtes e a raspa de limão. Deve ficar uma mistura homogénea. Eu utilizei a batedeira eléctrica.
Transferir a mistura para a tarteira e levar ao forno, à temperatura de 180ºC, por mais ou menos 45 minutos. Testar com um palito, que sairá húmido mas limpo, quando o doce estiver cozido. Deixe amornar e extraia o aro. Se verificar que ficou uma casca de cor um pouco escura por cima do recheio, retire-a com o auxílio de uma faca.

Cobertura
Leve os ingredientes ao lume num tacho até adquirir a consistência de compota. Se utilizar a folha de gelatina, deixe-a de molho em água fria e acrescente-a somente no final, após retirar a mistura do lume, mexendo bem para que se dissolva. Deixe arrefecer e aplique em cima do doce também frio.

Coloque a sobremesa no frigorífico e consuma-a bem fresca e decorada com os mirtilos que reservou.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Maternidade na Maturidade; Maturidade com a Maternidade

Maturidade, de acordo com os dicionários:

"s.f. Estado das pessoas ou das coisas que atingiram completo desenvolvimento.
Período de vida compreendido entre a juventude e a velhice."

"s.f. 1 estado dos frutos ou sementes que chegaram ao grau de completo desenvolvimento. 2 idade madura 3 estado de desenvolvimento completo."

Em termos técnicos este é o período da vida em que precisamente me encontro, embora eu ache um pouco drástico classificar-me como tendo "atingido o completo desenvolvimento", se é que em algum dia o alcançarei! Em termos físicos, talvez, porque penso que não crescerei mais e o número do meu calçado há muito que se mantém, já o mesmo não posso dizer do número da roupa, este tem crescido muito, para mau dos meus pecados.

Mas foi em termos psicológicos que esta fase trouxe uma mudança radical e fulminante na minha personalidade: quando fui mãe. Não sei se atingi a maturidade ao ter sido mãe, aos 35 anos, ou se esperei a maturidade para ser mãe, é algo que ainda me pergunto, passados 7 anos do acontecido, e ainda não cheguei a uma conclusão definitiva. 
Não foi e não é uma transformação fácil, embora tenha sido o que melhor me aconteceu! A maior dificuldade que tive de ultrapassar, ou melhor, de me acostumar, foi a perda da liberdade. Passei muitos anos sem condicionalismos, após ter voado para conquistar a autonomia e aquele ser pequenino, com menos de meio metro de altura, prendia-me mais do que se tivesse uma bola de ferro de 1 tonelada amarrada ao tornozelo! Quando falo nisto assim nestes termos, algumas pessoas ficam a olhar para mim como se eu fosse um ser de outro planeta, mas algumas mulheres entendem-me bem...
Aplico a seguinte frase à esta situação: Não estou bem sem ela nem com ela! É claro que grande parte desses sentimentos deveram-se à minha bebé não ter sido propriamente um anjinho: até os 5 anos ninguém dormiu uma noite completa cá em casa, foi um pesadelo que finalmente terminou e agora com quase 8 anos dorme um sono de princesa todas as noites.
Mas nunca senti uma sensação tão boa como quando a carinha dela se ilumina ao ver-me ou quando corre para mim sem qualquer hesitação e me abraça forte, sinto que é um amor genuíno que nos une, que transcende o aspecto físico, uma ligação eterna que nunca mais se quebrará. 
Ser mãe foi a lição melhor que tive:
- aprendi a esperar
- aprendi a ter(mais) paciência
- aprendi a ser menos egocêntrica
- aprendi a reviver a minha infância de outra forma
- aprendi a ser mais tolerante
- aprendi que posso aprender...
...cada vez e ainda mais!
Vou aprender com ela, vendo o mundo outra vez, em cada etapa da sua vida!

Esta fase também me trouxe mais habilidades na cozinha e uma delas foi saber aproveitar a maturidade das frutas e transforma-las em compotas deliciosas. Este doce foi feito com ameixas que eu colhi no outro dia com a minha filha. O modo de fazer eu já mostrei aqui.


Esta foi a minha participação de hoje na Blogagem Colectiva Fases da Vida:Maturidade.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Preparando o Natal

Bem, vocês devem estar a pensar: A mulher endoideceu! A pensar no Natal, nesta altura do ano, em que os pezinhos só querem pisar os areais quentes das praias e só de pensar em meias de lã, até faz impressão...Mas seguindo o exemplo do que ofereci o ano passado às pessoas mais queridas(vejam aqui algo do que fiz), e tentando aprimorar um pouco mais, este ano estou a começar os preparativos mais cedo aproveitando a época das frutas. Já tenho algumas compotas feitas e este fim de semana, inspirada aqui pela Bela comecei com os licores. Estão em estágio o de mirtilos e morangos. Após uma pesquisa pelo espaço virtual decidi-me por este modo de fazer:

Licor de Mirtilos ou Morangos
1 kg de mirtilos ou morangos, lavados e secos
1 litro de aguardente (comprada num alambique)
Coloquei estes ingredientes num frasco(os morangos aos pedaços e os mirtilos, furei alguns com um palito) e vou deixar a macerar por 15 dias.
Após esse período farei uma calda, levando ao lume para ferver por cerca de 5 minutos ou até o açúcar estiver dissolvido:
1 litro de água
500grs de açúcar
Juntarei esta calda à mistura de aguardente. Aguardo mais 1 mês. Filtro a mistura com a ajuda de um pano e engarrafarei.
Vamos ver como é que me saio nesta primeira experiência, daqui a 1 mês e meio conto-vos. E outros sabores se seguirão...

E vocês, não querem fazer umas prendinhas caseiras para o Natal? Garanto-vos que as pessoas adoram e até ficam surpreendidas, além de pouparmos dinheiro e correrias de última hora.

A minha inspiração veio do blog A economia cá de casa, cheio de ideias fantásticas. A autora, Joana Roque até editou um livro, Feito em Casa, que é óptimo.