sábado, 23 de abril de 2011

Tradição de Páscoa - Regueifa doce

Há 8 anos, por esta altura, tentei fazer pela primeira vez regueifa doce, que é um dos doces tradicionais de Páscoa, aqui desta região. Fiz duas, uma para a minha sogra e outra para a minha mãe, ficaram duras como uma pedra, na altura tinha pouca experiência, e a massa levedou pouco... A minha sogra, sempre gentil, disse: Está um pouco dura, mas saborosa. Foi também nesta altura, que eu revelei à família que estava grávida da minha filha, então a minha mãe disse: É por isso que a massa não levedou! Mulher grávida não pode amassar pão, pois a massa não leveda. Como vêem, há desculpas para tudo, ate para as asneiras na cozinha. 
Este ano resolvi tentar novamente a experiência, e fiz esta receita da Bela, do blogue Pratos da Bela, que além de ter um blogue delicioso é minha vizinha também aqui no Concelho de Santa Maria da Feira. Com esta receita tão boa, a massa levedou e as regueifas(fiz duas), ficaram super fofinhas e deliciosas. Usei a máquina de fazer pão e segui a receita à risca. Para acelerar a levedação das regueifas já formadas, liguei o forno a 50ºC, deixei-o aquecer e desliguei-o, esperando arrefecer um pouco e depois coloquei os tabuleiros com as regueifas para levedarem. Cresceram  que foi uma beleza. Depois foi só cozer, uma de cada vez, enquanto a outra esperava embrulhada numa toalha, em cima do fogão. O aroma era incrível, e uma fatia quentinha com manteiga, nem vos digo. As fotos não são as melhores, mas garanto-vos que estava uma delícia...

Obrigada, Bela, pela maravilhosa receita.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pataniscas de pescada

Pois é...sei que tenho estado um pouco ausente daqui e das visitas aos meus amigos vizinhos, mas depois de uma temporada de intenso trabalho, tirei uns dias para  me organizar. Não temos passado fome, eu tenho cozinhado, mas nada de especial. No final de semana tentei fazer uma torta de coco que acabou num monte de massa desfeita e desde aí tenho andado um pouco ressabiada com a cozinha, só fazendo o básico mesmo... Outro dia fiz estas pataniscas que saíram muito boas. Já tinha feito pataniscas de atum, de salsichas, mas de pescada nunca, até que vi num blogue(não me lembro qual...) e experimentei e ficaram óptimas. A receita é fácil e é uma boa maneira de servir peixe às crianças. 
Vou tentar escrever a maneira como fiz, uma vez que as pataniscas, faço-as sempre a olho...
Ingredientes:
300grs de filetes de pescada
3 ovos, de preferência caseiros(do quintal)
1 cebola pequena picada
salsa picada a gosto
farinha de trigo quanto baste para dar o ponto 
Sal e pimenta preta q.b. 
1 dente de alho e 1 folha de louro
Óleo q.b.
Preparação:
Cozer a pescada com um pouco de água temperada com sal, alho e folha de louro. Deixar esfriar e picar em pedaços pequenos. Deitar para uma taça e juntar os ovos, a salsa e a cebola, mexendo para misturar os ingredientes. Juntar farinha até dar o ponto(eu gosto delas não muito secas, por isso não junto demasiada farinha).Tempere com sal e pimenta a gosto. Leve uma frigideira ao lume com bastante óleo e deixe-o aquecer bem, deite colheradas da massa, deixe fritar e vire-as. Retire e deixe escorrer o óleo em excesso num papel de cozinha. 
O acompanhamento: Arroz de feijão ou tomate malandrinho(aguarento) ou salada de feijão frade ou uma simples salada verde.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Festa de aniversário ecológica

O nosso bebé, que nasceu no dia 15 de Março, esta a crescer depressa, é agora uma linda criança, vivendo em pleno as alegrias da infância. Ainda hoje dizia uma amiga minha, no meio de uma complicação do trabalho: como eu queria ser criança...

Quando eu era pequena, e eu me recordo bem disso, queria ser adulta depressa, porque julgava eu, que ninguém mandava nos adultos...Depressa aprendi que  não é bem assim...

Ser criança é tão bom: brincar muito, acreditar em magia, ter muiiito tempo de ferias, dormir como um anjo, ter muitos mimos, ter mãos e pés fofinhos, abraçar um ursinho, saltar a corda e ...ter festas de aniversário...

Eu tenho uma filha de 7 anos e cada festa, desde que ela é "consciente" é  uma verdadeira alegria, nem que seja apenas um bolo com os amigos da escola, ela adora ser o centro das atenções...

Fazendo uma ligação deste tema com a Teia Ambiental, que também participo, pensei, porque não fazer uma festa de aniversário ecológica com o tema Ambiente. Ainda faltam uns meses até Outubro, que é o mês que a minha filhota(e eu!) fazemos anos, mas já estou a ter algumas ideias para a festa:
Convites: em papel reciclado, aproveitando recortes de revistas e escritos a mão, com a linda letra da aniversariante.
Enfeites: Nada de balões...bandeirinhas feitas com folhas de revistas, correntes com folhas de jornal, flores e mobiles com garrafas pet, vira-ventos(cata-ventos)com folhas de papel usadas ou de revistas, lanternas com latas, e com certeza mais ideias virão...tudo feito em colaboração com a filhota e o papá.
Cores: verdes e azuis
Usar louça de plástico ou acrílico reutilizável. Utilizar marcadores para os copos, para que cada um saiba qual é o seu, com etiquetas feitas com recortes de revistas.
Comida: tudo natural e caseiro, desde o bolo(este eu sempre fiz) até os docinhos e salgados. Nada de batatas fritas de pacote ou gomas(esta é a parte pior).Para as bebidas:sumos naturais, água e quem sabe chá gelado. Não vou usar forminhas de papel para os doces e vou fazer gelatinas(de agar-agar)dentro de frasquinhos de iogurtes reciclados. Colocar baldes de lixo com as 3 cores para a reciclagem.
Brincadeiras: pinturas faciais alusivas ao tema, caça ao tesouro "Salvar o Planeta" e vou  também pesquisar brincadeiras antigas para incentiva-los a brincar como antigamente.
Prendinhas: Uma planta num vaso, plantada por nós ou uma lata reciclada em porta lápis.
E até lá surgirão muitas mais ideias...

E para entrar no clima, hoje a receita que trago é típica de festa de crianças:
Do livro "Sobremesas saudáveis" de Adriana Ortemberg
Pipocas coloridas
50 grs de grãos de milho secos
2 colheres de sopa de azeite virgem
8 colheres de sopa de sumo de beterraba
1 colher de sopa de mel
Aquecer o azeite numa frigideira funda e, antes que comece a fumegar, deitar os grãos de milho, tapar e deixar estalar. Mexer a frigideira de vez em quando.
Quando se deixar de ouvir o milho estalar, retirar do lume e deitar as pipocas numa taça grande.
Levar ao lume o sumo de beterraba com o mel. Quando levantar fervura, baixar a chama e deixar o líquido reduzir um pouco. Deixar arrefecer e verter sobre as pipocas, movendo o recipiente para que fiquem todas com cor.


E foi esta a minha participação no tema infância da BCFV. Até o próximo dia 15 de Maio!
Beijinhos lambuzados!






 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Primeiro piquenique do ano

Basta começar o bom tempo, que a vontade de fazer piqueniques começa cá em casa. Adoro este contacto com a natureza, sair um pouco sem destino e encontrar o melhor lugar e uma bela sombra para comer uns petiscos, sem pressas, sem formalidades e com muita alegria. 
No sábado foi um piquenique especial, pois fui com a minha filha num passeio à Fátima, organizado pela catequese. Foi muito bonito, visitamos a igreja nova que eu ainda não conhecia e fomos também a Valinhos, ver as casas onde nasceram os pastorinhos. O tempo não estava demasiado quente, e ainda bem, pois caminhamos bastante...
Vista da Basílica construída após as aparições de 1917

Vista da Igreja Nova
O almoço e lanche foram piqueniques colectivos em que cada um levou coisas para partilhar, foi um fartote de comida e boa disposiçao. 

Eu participei com uma tarte deliciosa de atum, receita da querida Josy, do maravilhoso blogue Cozinhando com a Josy, foi a primeira vez que fiz esta receita e vou repetir milhares de vezes, pois além de fácil, toda a gente adorou! Obrigada, Josy! 
A receita está aqui, as únicas modificações: utilizei natas(creme) de soja, em vez de creme de leite e no recheio acrescentei cogumelos em lata, azeitonas pretas descaroçadas, cenoura em fios, cebolinho picado, orégãos frescos picados e os ingredientes que a Josy usou. Aconselho a experimentarem!


E claro, piquenique sem bolo, não tem graça então levei este, que recebeu também muitos elogios.

Bolo de coco e pepitas de chocolate, aromatizado com baunilha
Ingredientes:
1 chávena(chá) de leite
2 chávenas(chá) de farinha de trigo
3 ovos
2 chávenas(chá) de açúcar
1 colher(sopa)de fermento em pó
2 colheres(sopa) de manteiga derretida, à temperatura ambiente
50 grs de coco ralado
1 colher(sobremesa) de aroma de baunilha
um punhado de pepitas(ou pedacinhos) de chocolate preto
Preparação:
Peneirar a farinha e misturar com o coco e as pepitas.Bater os ovos com o açúcar até ficar uma massa espumosa e homogénea. Deitar a manteiga em fio. Misturar o preparado da farinha, alterando com o leite. Acrescente o aroma de baunilha e por último o fermento em pó, envolvendo levemente. Coloque a massa em forma untada e enfarinhada(somente o fundo)e leve à cozer em forno 160ºC por 30 minutos. Verifique com palito. Desenforme ainda quente e deite por cima uma chávena(chá) de leite quente adoçada a gosto e misturada com um pouco de coco ralado.
Nota: eu fiz 1 receita e meia, utilizei 5 ovos médios e tabuleiro 20X30cm.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Cortiça é verde

Resolvi enredar-me nesta Teia Ambiental, e não poderia ser de outra forma, depois do convite irrecusável da Rute, do blogue “ambiactivo” Publicar para Partilhar. A organização desta bela iniciativa partiu da Flora e do Gilberto e existe desde Maio/2010 em todos os dias 7 de cada mês. Este tema toca-nos a todos, inconscientes ou conscientes de que o modo de vida que levamos afecta directamente a existência do nosso grande lar terrestre.

A inspiração para esta Teia surgiu-me através de uma garrafa de vinho (não foi a beber, ah…) e como moro em Santa Maria da Feira, o contacto com pessoas ligadas à industria transformadora da cortiça é frequente.

Normalmente associamos o crescimento económico a um processo de destruição do meio ambiente pela utilização desmedida das matérias-primas naturais, gerando inúmeros problemas (poluição, desertificação, alterações climáticas) geralmente com maior ocorrência nos países pobres.
Neste caso em especial, tal não acontece e pelo contrário a manutenção da floresta de sobreiros em bom estado é essencial para a sobrevivência desta indústria de grande importância económica para Portugal.
Resolvi pesquisar para saber um pouco mais sobre esta actividade e dar-vos a conhecer um exemplo positivo de aproveitamento de uma dádiva da natureza, que além de gerar um grande desenvolvimento económico, contribui para a preservação de outras espécies vegetais e animais associadas.

O que é a cortiça?
Imagem retirada do site www.cm-grandola.pt
 
A cortiça é a casca do sobreiro (Quercus Suber L), uma árvore nobre com características muito especiais e que cresce nas regiões mediterrânicas como Espanha, Itália, França, Marrocos, Argélia e, sobretudo, Portugal, onde existem mais de 720 mil hectares(1 hectare=10000m2) de montado de sobro.


É uma árvore espantosa, de grande longevidade e com uma enorme capacidade de regeneração. Consegue viver em média 150 a 200 anos, apesar dos muitos descortiçamentos que lhe fazem ao longo de sua existência: cerca de 16 intercalados por períodos de nove anos. 
Imagem retirada do site www.portugalambiente.com


Imagem retirada de Wikipedia


 Para além do seu valor ecológico, o sobreiro é uma árvore notável, na medida em que todos os seus componentes têm utilidade económica. Eis alguns exemplos:
-A bolota, fruto do sobreiro, além de ser utilizada para efeitos de propagação, também serve como forragem para animais e fonte de óleos culinários;
-As folhas da árvore são utilizadas como forragem e fertilizante natural;
-O material resultante da poda das árvores e os exemplares mais decrépitos fornecem lenha e carvão vegetal;
-Diversos produtos químicos são produzidos a partir dos taninos e dos ácidos naturais contidos na madeira.
Imagem retirada do site www.apcor.pt
Mais de cinquenta por cento da casca do sobreiro (cortiça) é utilizada no fabrico de rolhas, incluindo as de cortiça natural para garrafas de vinho, as de champanhe, as técnicas, as rolhas para vinhos de alta graduação e espirituosos, e pequenas rolhas utilizadas para fins diversos (perfumaria, medicamentos). Num processo de transformação verticalmente integrado, a utilização da cortiça não gera resíduos. Os desperdícios de cortiça provenientes do processo de produção de rolhas são reduzidos a granulados e reutilizados no fabrico de rolhas técnicas, de aglomerados industriais, de revestimentos de solos, de isolamentos, de utilidades decorativas, acessórios, roupas… Até mesmo as finas partículas de pó de cortiça são recolhidas e usadas como combustível. A cortiça pode ainda ser combinada com outros materiais, como a borracha e a fibra de coco.

A cortiça possui qualidades únicas e inigualáveis: muito leve, impermeável a líquidos e a gases, elástica e compressível, um excelente isolante térmico e acústico, combustão lenta e muito resistente ao atrito. É um material cem por cento natural, reciclável e biodegradável, três atributos imprescindíveis numa sociedade como a actual que se deseja cada vez menos poluída e amiga do ambiente.

O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.
O montado
Imagem retirada de www.apcor.pt
Tal como os vinhedos do vale do Douro ou a mata Atlântica no Brasil, as florestas de sobreiros são um ecossistema muito particular, de delicado equilíbrio e que subsiste apenas na bacia mediterrânica. Considerado património nacional português, há séculos que o montado de sobro é legalmente protegido (Decreto-Lei n.º 169/2001), sendo proibido o seu abate e incentivada a sua plantação e exploração, uma iniciativa em que Portugal foi pioneiro.



Imagem retirada de www.apcor.pt
Para além da sua importância económica, o montado assegura ainda uma grande biodiversidade natural, incluindo fauna selvagem, pastagem e arbustos de ervas aromáticas. Entre os animais mamíferos encontrados nas florestas de sobreiros incluem-se lebres, doninhas, lobos, genetas, javalis, veados e (ainda) alguns linces ibéricos, uma espécie quase em extinção e que é urgente proteger. As florestas de sobro da Península Ibérica constituem também o habitat ideal para milhões de aves, tais como o Falcão Peneirereiro, o Mocho Galego, o Picanço Real, Cegonhas-pretas, Águias ibéricas, milhafres, Abutres negros, Piscos, Tordos, Tentilhões e Pica-paus, bem como para as 60.000 Garças-reais que anualmente chegam do norte da Europa.

Um super-herói vegetal:O “Assobiador”
O “Assobiador” é o mais antigo e mais produtivo sobreiro existente no mundo, assim chamado devido aos numerosos pássaros canoros que o habitam. Foi plantado em 1783, perto da vila de Águas de Moura, na região portuguesa do Alentejo. O “Assobiador” tem mais de 14 metros de altura e 4,15 metros de circunferência. A sua primeira extracção teve lugar em 1820, e desde então já lhe foram feitas mais de 20 extracções. A extracção de 1991 produziu mais de 1200kg de cortiça - mais do que a produção registada pela maioria das árvores ao longo de toda a sua vida. Esta extracção, sozinha, deu origem a mais de 100.000 rolhas para garrafas de vinho. A última extracção, realizada em Junho de 2000, foi menos produtiva, conseguindo ainda render uns impressionantes 650 quilogramas, o equivalente a 10 vezes a produção de qualquer sobreiro vulgar.
Imagem retirada de http://lugardoconhecimento.wordpress.com

Bem, agora começo a ter fome! E já que pelo menos eu e uns quantos que estão a ler isto, não temos o privilégio de fazer um piquenique à sombra de um sobreiro, num lindo montado alentejano, deixo cá uma receita da gastronomia desta região, e sempre podemos voar com a imaginação e fazer de conta que estamos nesta belíssima zona de Portugal, a comer uma deliciosa fatia de : 

Bolo de requeijão à moda de Viana do Alentejo
Ingredientes:
250grs de requeijão
150grs de farinha de trigo
200grs de açúcar
50grs de manteiga
4 ovos inteiros
raspa de limão
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher(sobremesa) de fermento em pó 

o "nosso" requeijão
Preparação:
Passar o requeijão por um passador de rede (peneira).
Bater os ovos com o açúcar até ficar uma massa esbranquiçada e volumosa.
Juntar a canela, a manteiga derretida (mas não quente) em fio, a raspa de limão e o requeijão, aos poucos, e alternar com a farinha em chuva.
Envolver bem até ficar homogéneo e misturar o fermento com movimentos leves.
Colocar o preparado numa forma untada e enfarinhada e cozer no forno 160º por mais ou menos 30 minutos. Verificar com o palito.


 Saudações ambientais a todos! E até a próxima Teia, no dia 7 de Maio!


domingo, 3 de abril de 2011

No aproveitar é que está o ganho - Pudim de pão

Aproveitando que tinha uns pães recessos que precisavam ser gastos resolvi fazer um pudim de pão. Uma pesquisa através do nosso grande amigo Google levou-me ao blogue Papo Cheio, Meus aromas e sabores de onde retirei esta deliciosa receita dentre muitas outras  também óptimas. Ficou delicioso, aprovado por todos cá em casa.
Muito obrigada, Tina.

Ingredientes:
2 pães recessos
0,5 litro de leite quente
1 cálice de vinho do Porto
raspa de 1 laranja
4 ovos inteiros
250 g de açúcar(usei 200grs)
Preparação:
Barrar uma forma de pudim com caramelo.
Desfaz-se no leite quente o miolo do pão e passa-se esta mistura, pela varinha, para se diluir melhor.
Junta-se agora o açúcar, os ovos (que foram previamente batidos).
De seguida, acrescenta-se o vinho do Porto e a raspa de laranja.
Coze em banho-maria.(Eu cozi em banho-maria no forno com temperatura 180º)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Blogagem colectiva - Teia ambiental - 7 de Abril de 2011

Eu vou enredar-me nesta teia. Vamos nos unir num fio e utilizar esta poderosa rede para passar a mensagem em prol de um ambiente melhor. E vocês, queridos visitantes, não querem vir juntar-se a nós e tornar a nossa teia maior e mais forte? 

Para saber como participar visitem o blogue da Rute, Publicar para Partilhar.